EXCLUSIVO: LUIZ GONZAGA: 100 anos do seu nascimento.

Luis Gonzaga

Luiz Gonzaga o Rei do Baião esteve em Jequié nos anos 50. (Foto Produção)

Carros do Mato Grosso do Sul, Tocantins, Piauí, Ceará, Maranhão, Goiás, São Paulo, Espírito Santo e vários outros cantos do Brasil se dirigiram, na manhã de quinta-feira (13.12.), para uma fazenda emblemática em Exu, no Sertão de Pernambuco, a Araripe. É que ela ainda guarda construções que marcaram a vida de Luiz Gonzaga, como casas nas quais viveram os pais Januário e Santana, a Igreja de São João Batista, a residência do Barão de Exu. Um monumento ainda mostra o local onde nasceu a criança que se tornaria o Rei do Baião, há exatos cem anos. A Fazenda Araripe fica a 12 quilômetros de Exu. Uma estradinha de areia e cascalho, envolta de caatinga seca, distante 800 metros da entrada do terreno, leva ao local onde Luiz Gonzaga nasceu, no dia 13 de dezembro de 1912. Era dia de Santa Luzia, mês do Natal, nascimento de Jesus. Daí a explicação do nome escolhido para o caboclinho, Luiz Gonzaga do Nascimento, segundo filho do sanfoneiro Januário e da agricultora Santana. O padre que batizou o menino sugeriu chamá-lo de Luiz por ter nascido no dia de Santa Luzia; Gonzaga porque o nome completo de São Luiz era Luiz Gonzaga; e nascimento, porque dezembro é o mês do nascimento de Jesus.

EM JEQUIÉ

Não existem dados concretos de quantas vezes Luiz Gonzaga já consagrado o Rei do Baião esteve em Jequié. Mais o jornalista Ari Moura tem na lembrança e sua tia Eulália Machado da Nóbrega hoje com 94 anos que estava em Jequié na época afirma que foi Manoel Moura pai do jornalista proprietário da Casas dos Retalhos estabelecido na época á Rua Damião Vieira em Jequié quem trouxe Gonzagão a primeira vez a Jequié para uma apresentação na Praça Rui Barbosa no Colarinho numa promoção da loja. O radialista Geraldo Teixeira em vida comprovou esta informação numa entrevista a Ari Moura assim como o Sr. Alfredo Delsarto quando estava vivo. Em maio de 1951 Luiz Gonzaga sofre um grave acidente de carro, junto com seus músicos: João André Gomes, apelidado Catamilho, do zabumba, e Zequinha, do triângulo, o que motivou a composição Baião da Penha e uma reportagem especial na revista O Cruzeiro. Ele chegou a Jequié um mês depois deste acidente.

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