A FOLHA: Convites para visitas a Escola da Criança Ativa.

1 de novembro de 2012

A Folha nos seus 13 anos de existência enfrentando muitas dificuldades tem superado todas e continua sendo o jornal de maior credibilidade e aceitação do público leitor de Jequié e municípios da região. Na quinta-feira (01.11.) o editor jornalista Ari Moura foi convidado para falar em duas turmas (matutino e vespertino) do ensino infantil da Escola da Criança Ativa a professora Cleo educadora das mais conceituadas de Jequié fez questão que os pequeninos soubessem alguma coisa sobre jornal e radio. Ninguém melhor do que Ari Moura para falar destes dois meios de comunicação, ele que esta na profissão a mais de 34 anos foi mais um bate papo com brincadeiras com as crianças. Que bom que as nossas crianças passem a conhecer logo cedo à importância da comunicação social em nosso município.


Turma do matutino posou para foto após o bate papo. (Foto Agência AM)

Turma do vespertino assistiu ao bate papo com Ari Moura. (Foto Agência AM)

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A FOLHA: Recebe homenagem do Colégio Meire Rabelo.

1 de novembro de 2012

A equipe de reportagem de A Folha foi homenageada no Colégio Meire Rabelo no bairro do Itaigara na quinta-feira (01.11.). Esta é a segunda vez que A Folha recebe esta distinção por parte da direção da escola e dos alunos, desta vez a fanfarra Facemara em agradecimento ao apoio prestado pela A Folha no 25 de outubro recebeu toda equipe do jornal além do representante do 19º Batalhão da Policia Militar através do Cap/PM Siqueira, representantes da fanfarra do antigo IERP, Viação Rio das Contas. Presente a diretora do colégio, professores e alunos, registramos a presença do profº Manoel Aragão eleito vereador de Jequié no último dia 7 de outubro. Logo após foi servido um almoço com todos.


Ari Moura ao lado de Moura fala aos alunos do Colegio Meire Rabelo. (Foto Agência AM)

Diretora do Colegio Meire Rabelo agradece os apoios recebidos no 25 de outubro.(Foto Agência AM)


Presidente do Sinserv critica prefeito Luiz Amaral.

1 de novembro de 2012

A realização de uma manifestação organizada pelo Sinserv programado para manhã de quarta-feira (31.10) em frente ao prédio da Câmara Municipal de Jequié. Terminou contando com um número pequeno de participantes, a divulgação através dos meios de comunicação teria sido pouco, este blog e A Folha se quer tomou conhecimento que iria acontecer à manifestação, não houve uma comunicação com antecedência. Mesmo assim a presidente Neide Sampaio através de emissoras de radio disse que atual administração municipal esta deixando muito a desejar, o prefeito Luiz Amaral não esta fazendo mais nada pela cidade. Ela criticou os quatro anos da administração do atual prefeito citando vários problemas existentes.


Chesf comunica à prefeitura de Jequié que haverá redução da defluência do Reservatório da Barragem da Pedra, a partir do dia 5 de novembro.

1 de novembro de 2012

Em outubro de 2011 a reportagem de A Folha atravessou o rio,  o gado também. O panorama não mudou até hoje.(Foto Agência AM).

A Chesf, com sede em Recife, enviou à Prefeitura de Jequié, aos cuidados da Secretaria Municipal de Relações Institucionais e Comunicação Social, na quinta-feira (25/10/12), cópia do documento encaminhado ao INEMA (Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia), informando sobre a redução temporária da defluência mínima do Reservatório da Barragem da Pedra, a partir do dia 5 de novembro de 2012. O comunicado, assinado pelo Superintendente de Operação e Contratos de Transmissão de Energia, João Henrique de Araújo Franklin Neto, atribui a medida “à sua condição atual de armazenamento e a possibilidade de manutenção da condição de baixa hidraulicidade na Bacia do Rio de Contas”. Afirma ainda que a redução temporária será de forma gradativa. Diz a nota: “A partir do dia 05/11/12a defluência do Reservatório da Pedra passará dos atuais 6 metros³/s praticados, para 5 metros³/s, devendo manter-se neste patamar até que o INEMA realize avaliação dos impactos da prática dessa vazão para os usos situados a jusante do citado reservatório e sinalize positivamente para a Chesf a redução da defluência para o patamar de 4 metros³/s”. E acrescenta: “Por oportuno, comunicamos que a qualquer momento, o INEMA poderá informar à Chesf a necessidade de retorno das condições anteriores de defluência, caso este Instituto constate que a prática de vazões inferiores e restrição mínima (6 metros³/s) está acarretando impactos no atendimento dos usuários jusante do Reservatório da Pedra.


Edvaldo Brito nega querer a presidencia da câmara.

1 de novembro de 2012

Vice-prefeito e vereador eleito Edvaldo Brito fala de sua eleição. (Foto Produção)

Eleito vereador com 11.966 votos, um dos 10 mais bem votados de Salvador, o atual vice-prefeito Edvaldo Brito (PTB) disse que chegará ao seu primeiro mandato na Câmara Municipal com “bastante humildade”. Em entrevista ao Bahia Notícias, o petebista negou ter a pretensão de, logo no seu ano de estreia, se candidatar a chefe do Legislativo soteropolitano. “Somos todos iguais. Eu acho que para ser presidente, na atual conjuntura da cidade, é preciso alguém que tenha uma legitimidade que seja fruto de um consenso. Isso é necessário. A cidade está precisando que uma pessoa coordene mesmo a Câmara. O poder que o presidente tem é grande: ele pode ser, em vez de um elemento de conciliação, um ponto de discórdia”, advertiu Brito, ao considerar a hipótese exclusivamente sob uma condição. “Se houver conciliação de todos os vereadores, ofereço o meu nome não só para presidir, mas para qualquer atividade legislativa”, avisou. Assinalado em todas as urnas da capital baiana, Edvaldo Brito também alertou que não será um edil rotulado, já que pretende tanto apoiar os projetos de interesse da comunidade quanto combater aquilo que achar prejudicial. “Eu não posso ser carimbado nem como de situação nem como de oposição. Não sou vereador de segmentos – religioso, ideológico, econômico ou financeiro. Não sendo nada disso, eu posso atuar sem carimbo”, salientou. Para ele, o fato de ser o único edil do PTB – presidido no município pelo seu filho – o exime até mesmo de sofrer pressões partidárias, embora tenha participado da coligação de Nelson Pelegrino (PT), candidato derrotado ao Palácio Thomé de Souza. “O meu partido está sendo dirigido pelo deputado federal Antônio Brito. Pela ligação afetiva que nós temos, isso impede que haja dissensões entre eu e ele. É ruim quando se é vereador de bancada, porque aí você tem o líder. Você não comanda o seu mandato. O meu partido não tem bancada. Sou eu. Eu fui eleito com essa concepção. Esse é o meu ponto de gisar: todas as pessoas que votaram em mim, votaram pelo meu histórico. Não porque eu estava de um lado ou de outro”, analisou. Embora experiente na política – inclusive já exerceu o cargo de prefeito (1978-1979) – o calouro vereador Edvaldo Brito já foi à Câmara três vezes após a eleição para se ambientar com o seu novo local de trabalho a partir de janeiro de 2013.